Em 2018 não quero saber de “ismos”. Quero liberdade!!!
Liberdade e Estado / 16/05/2018

Cada vez mais percebemos no Brasil uma defesa grande em relação aos “ismos”: comunismo, socialismo, liberalismo, objetivismo, coletivismo, individualismo. Hoje é mais importante defender a sua ideologia a qualquer custo e sem nenhuma relação com a realidade. Percebemos que a maioria dos adeptos de ideologias tendem a pensar num Brasil perfeito sobre os aspectos sociais, econômicos e político. Ou seja: um homem perfeito, uma verdadeira utopia. E adotar uma determinada utopia como guia é natural e atraente. Mas infelizmente o resultado final é sempre negativa. E esse tipo de pensamento está nos atrapalhando no caminho realista para avançarmos neste ano eleitoral. Mas antes de entrar no cerne da questão vamos levantar os “ismos” com mais “súditos” no país: I – Socialismo: consiste em uma teoria, utopia, doutrina ou prática social que propõe a apropriação pública dos meios de produção e a supressão das diferenças entre as classes sociais. Esta ideologia sugere uma reforma gradual da sociedade. Já o socialismo científico, também conhecido como marxismo, tem como uma das suas premissas a compreensão das origens do capitalismo, e o fim desse sistema. No final do século XIX, todos os partidos socialistas tinham como objetivo a luta por uma sociedade sem classes…

A solução do Transporte Público passa pela seguinte reflexão: menos Marx e mais Mises
Liberdade e Transporte / 13/04/2017

Primeiramente vamos fazer uma reflexão em relação ao valor da tarifa uma vez que ela é sempre o principal estopim das manifestações relacionadas ao transporte público. Para isso faremos uma analogia em relação ao preço de um sorvete, ao contrário do pensamento comum, não está simplesmente em seus custos e num lucro que alguém poderia ter explorando o consumidor e o trabalhador. Já que o primeiro pedaço de R$ 7 é mais impactante, e muitos consumidores poderiam pagar até R$ 5 apenas pelos primeiros pedaços. Então enquanto o consumidor vai se saciando, o pedaço passa a valer cada vez menos, até que um excesso seria até negativo não sendo aceito possivelmente nem de graça. O mesmo acontece em relação ao Transporte Público e o tempo/horário. Se a viagem te levar ao destino no tempo e horários corretos o preço perde importância (ver a revolução do Uber, e o segredo está mais na sua agilidade em relação ao táxi do que simplesmente no valor mais barato) entretanto quando o tempo/horário passam a não mais satisfazer até a viagem gratuita passa a ser “cara”. Com isso para satisfazer seus desejos, consumidores fazem pequenos ajustes na margem de decisão, o que é definido…